7 de jul. de 2014
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E quando eu me olhei no espelho eu vi outra pessoa. Eu já não era mais a mesma. Eu estava forçando ser alguém que no qual você quisesse. Queria te agradar sempre, sabe? Ouvia as mesmas musicas que você ouvia, se é que poderia chamar aquilo de musica. Nos finais de semana eu estava sempre em festas tomando bebidas que eu nem gostava, com tipos de pessoas que não me agradavam e em ambientes que eu detestava. Eu queria ter assunto com você. Queria ser, de qualquer jeito, alguém que você olhasse de outra forma.
Eu nunca entendi onde eu errava tanto. Eu nunca entendi porquê não eu, sabe? Gostaria de saber o que eu deveria fazer exatamente que faria você, finalmente, vir até a mim. Eu lia textos que pudessem explicar o que eu sentia, ouvia musicas, assistia filmes e não encontrava a nossa história em nada. Era tudo com o mesmo final feliz, ou com um final bem triste. Mas tinha final. Eu queria o nosso final, fosse ele feliz ou triste. Afinal, o meio já estava triste para mim, um final não seria tão pior.
Escrevi nossa história em pedaços de papel, já que igual a ela nunca havia sido contada e nem cantada. Embora não tivesse graça, nem emoção e muito menos rima, era interessante. Porque até nós, os protagonistas da história não sabíamos o que seria. E quem diria? Deu em NADA. Acho que exagerei no nada, mas os telespectadores não aplaudiram, os ouvintes não deram replay e os leitores quase que rasgaram as páginas. Apenas porque a nossa história foi mal inventada. Terminou do jeito que começou.
No final meu coração se esgotou. Você nunca mais ligou. O sentimento desapareceu. Nada sobreviveu. Ficou cheio de pontos finais como esse parágrafo. Eu segui. Você segui. Nunca mais nos vimos. Eu esqueci. Você esqueceu. Passou.
Não deu pra chorar, não deu pra rir. Qualquer um gostaria de reescrever um novo final pra isso. Mas aonde ficaria a realidade da nossa história? Será que eu deveria continuar lutando mais um pouco para ter um final legal para que pudesse ser aplaudida de pé? Mas até quando?
- Eu não mudaria uma só uma linha do final. Você reescreveria? Você reviveria?
A realidade da nossa história
E quando eu me olhei no espelho eu vi outra pessoa. Eu já não era mais a mesma. Eu estava forçando ser alguém que no qual você quisesse. Queria te agradar sempre, sabe? Ouvia as mesmas musicas que você ouvia, se é que poderia chamar aquilo de musica. Nos finais de semana eu estava sempre em festas tomando bebidas que eu nem gostava, com tipos de pessoas que não me agradavam e em ambientes que eu detestava. Eu queria ter assunto com você. Queria ser, de qualquer jeito, alguém que você olhasse de outra forma.
Eu nunca entendi onde eu errava tanto. Eu nunca entendi porquê não eu, sabe? Gostaria de saber o que eu deveria fazer exatamente que faria você, finalmente, vir até a mim. Eu lia textos que pudessem explicar o que eu sentia, ouvia musicas, assistia filmes e não encontrava a nossa história em nada. Era tudo com o mesmo final feliz, ou com um final bem triste. Mas tinha final. Eu queria o nosso final, fosse ele feliz ou triste. Afinal, o meio já estava triste para mim, um final não seria tão pior.
Escrevi nossa história em pedaços de papel, já que igual a ela nunca havia sido contada e nem cantada. Embora não tivesse graça, nem emoção e muito menos rima, era interessante. Porque até nós, os protagonistas da história não sabíamos o que seria. E quem diria? Deu em NADA. Acho que exagerei no nada, mas os telespectadores não aplaudiram, os ouvintes não deram replay e os leitores quase que rasgaram as páginas. Apenas porque a nossa história foi mal inventada. Terminou do jeito que começou.
No final meu coração se esgotou. Você nunca mais ligou. O sentimento desapareceu. Nada sobreviveu. Ficou cheio de pontos finais como esse parágrafo. Eu segui. Você segui. Nunca mais nos vimos. Eu esqueci. Você esqueceu. Passou.
Não deu pra chorar, não deu pra rir. Qualquer um gostaria de reescrever um novo final pra isso. Mas aonde ficaria a realidade da nossa história? Será que eu deveria continuar lutando mais um pouco para ter um final legal para que pudesse ser aplaudida de pé? Mas até quando?
- Eu não mudaria uma só uma linha do final. Você reescreveria? Você reviveria?
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